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João Vítor Xavier, presidente da CPI dos Fura-Filas, destaca dever cumprido

Dever cumprido. Assim o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Fura-Filas da Vacinação, deputado João Vítor Xavier, se referiu à conclusão dos trabalhos. O relatório da CPI foi aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e recomendou ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) a apresentação de denúncia pela prática dos crimes de peculato, em tese, e de improbidade administrativa contra o ex-secretário de Saúde Carlos Eduardo Amaral e o ex-secretário-adjunto Luiz Marcelo Cabral Tavares; e ainda contra João Márcio Silva de Pinho, ex-chefe de gabinete da pasta, e Janaína Passos de Paula, subsecretária de Vigilância em Saúde da SES.

 

João Vítor Xavier salientou que ter uma CPI em funcionamento não é motivo de alegria, uma vez que ela é criada para investigar algum fato que prejudicou a população. O relatório mostra, segundo ele, que a SES não cumpriu seu dever de guardiã da vacina para os mineiros.

 

“Houve um processo vexatório. Muitas famílias perderam entes queridos na pandemia. E enquanto tínhamos profissionais de saúde dentro dos hospitais, sem vacina, jovens em home-office foram vacinados”, afirmou. O presidente também enfatizou que os erros apontados podem servir para correções no futuro.

 

João Vítor Xavier destacou, por fim, que o “joio foi separado do trigo”, com a responsabilização dos que realmente tiveram culpa na vacinação irregular.